Você tem o emprego, a família, algumas conquistas materiais reais — e mesmo assim existe um vazio que nada preenche. É como morar numa casa bonita, mas sem móveis: por fora está tudo certo, por dentro é frio e desconectado.
Você começa projetos com entusiasmo verdadeiro e perde o ânimo no meio do caminho, sem conseguir explicar exatamente onde a energia vazou.
Você já trocou de emprego, de cidade, de relacionamento — e de algum jeito sempre acaba vivendo a mesma história de novo, só com roupagem diferente: o chefe controlador muda de nome, a ferida continua igual.
Você já parou de acreditar que vai descobrir "o" propósito da sua vida. E talvez o problema nunca tenha sido você — talvez tenha sido a pergunta.